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Primeiro foi a iniciativa do presidente, com o tal compromisso de salvação nacional. Depois veio a moção de censura do PC – via Verdes – ao governo. Depois a proposta do Bloco.
Primeiro, o PS ainda começou por dizer que, negociações, só se estendessem aos restantes partidos com assento parlamentar. Mas depressa deixou cair aquilo que seria a sua primeira bóia!
A seguir pareceu-lhe que com uma mão lavava a outra. Que, votando a moção de censura - quando tinha tanta escapatória -, apagava o mergulho de cabeça nas negociações. E lá veio Zorrinho dizer que o PS estava a negociar com o PSD e o CDS – que só se faziam representar por membros do governo -, e não com o governo, que ia censurar.
E depois, quando o Bloco publicamente lhe propõe negociações, bateu-lhe o pé. Enxotou-o para longe, que com eles não queria nada…
É evidente que o PS está encurralado, que está entalado por todos os lados. Incluindo o lado de dentro... Mas Zorrinho diz que não, que isto reforça a centralidade do partido. Não acredito que o António José esteja tão Seguro disso…