Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
Tantas vezes cantei eu o Hino Nacional e nunca antes tinha reparado nisto com a atenção devida:" Contra os canhões, marchar marchar...".
Mas alguém no seu perfeito juízo marchará contra canhões?!
Quanto muito fugirá ou então ripostará com mais violência ainda!
E porque razão teremos nós, portugueses, de marchar contra canhões!?
Não seria antes, derrubar os canhões? É que parece-me mais acertada esta hípotese.
Ou será que quem escreveu o hino, já estaria a futurizar sobre as gerações vindouras, as mesmas gerações em que sempre que alguém se virou contra elas, encolheram os ombros e baixaram os olhos para o chão, e agiram como se nada fosse com elas?! Será?!
Será que quem escreveu o nosso hino, já teria em mente que a cobardia se iria tentar hibridizar nos genes dos portugueses contemporâneos?
Felizmente que ainda existem alguns quantos tugas que não são afetados por esta "doença", senão correríamos graves riscos de a breve trecho, no nosso hino nacional, já só persistirem os canhões sem que ninguém exista, contra os quais, marchar...
Enfim, constatações de alguém, para quem o hino nacional não são meras palavras soltas...