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Os bobos de antigamente.

por manuel gouveia, em 02.11.12

Todos os tempos tiveram o seu bobo da corte. Anões ou indivíduos com aleijões físicos, diziam em tom jocoso algumas das verdades do reino ou o que ocupava as mentes mais perversas.

 

Nos dias de hoje, já tivemos o António Borges como o bobo da corte e ventríloquo da voz do dono. Depois deste se ter calado, Fernando Ulrich tomou-lhe o lugar. Continuamos a estar na presença de homens com aleijões, desta feita de índole ética e moral, que dizem aquilo que passa pelas mentes mais perversas.

 

Não o fazem com sentido de humor, demonstrativo de uma inteligência que, manifestamente, não têm, mas com uma desmesurada arrogância. É esse assombro que mais estranho. Nos tempos que correm, até os aleijões produzem bobos de má qualidade.

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3 comentários

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De Tia Maria a 02.11.2012 às 11:28

Aguenta, Manuel, aguenta...

Este é simplesmente bobo... :-)
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De Daniel João Santos a 02.11.2012 às 22:14

acontece que este bobo é bastante caro para as piadas que conta.
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De táxi pluvioso a 03.11.2012 às 10:51

De facto, um país de 10 milhões de tesos, ter tanto banco, dever ser mesmo porque os nossos banqueiros são excelentes, não foi pelas maroscas com o crédito e chular o Estado.

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