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Todos os tempos tiveram o seu bobo da corte. Anões ou indivíduos com aleijões físicos, diziam em tom jocoso algumas das verdades do reino ou o que ocupava as mentes mais perversas.
Nos dias de hoje, já tivemos o António Borges como o bobo da corte e ventríloquo da voz do dono. Depois deste se ter calado, Fernando Ulrich tomou-lhe o lugar. Continuamos a estar na presença de homens com aleijões, desta feita de índole ética e moral, que dizem aquilo que passa pelas mentes mais perversas.
Não o fazem com sentido de humor, demonstrativo de uma inteligência que, manifestamente, não têm, mas com uma desmesurada arrogância. É esse assombro que mais estranho. Nos tempos que correm, até os aleijões produzem bobos de má qualidade.