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Temos de ser uns para os outros

por Daniel João Santos, em 07.10.12

Gostava de agradecer ao PS por, num golpe de rins, ter removido das noticias os impostos e a austeridade. Numa altura destas, onde a pressão sobre o governo estava a ser enorme, António José Seguro avança com o tema da redução de deputados e aliviando assim essa carga até ao Orçamento de Estado. Este bloco central, contrariando o que alguns tentam impingir, está em forma.

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12 comentários

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De Marão a 07.10.2012 às 10:25

TEMPO CONTADO
É urgente interromper festivais folclóricos sem espaço e fora de tempo que por aí abundam. Não vale iludir a situação de marcha pré funerária que nos assola nem uma vez mais, Senhor Presidente da República. Está esgotado o prazo que as altas funções de Vossa Excelência lhe permitem para alimentar adiamentos suicidas. É chegada a hora de superior actuação do mais alto magistrado da nação, sem paralisantes tibiezas nem hesitantes contemplações. A convocação de eleições, ao contrário dos eternos incrédulos de uma democracia plena e a tempo inteiro, mas que intimamente a temem. Esta solução teria desde logo a insuperável vantagem de por fim ao achincalhamento público de um governo sem crédito e sem retorno possível. Um patamar de elementar dignidade é incompatível com a falta de respeito com que os actuais governantes são brindados a cada hora que passa e em cada esquina onde assomam. A hipótese de salvadores nacionais será de erradicar, porque seguramente seria protagonizada por uma espécie de brigada convocada em escala de serviço longe das tropas em parada, com ressuscitados fantasmas que com tais culpas no cartório não abonariam em favor da sua mobilização. Ou agora ou será tarde, Excelência.
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De Cristina Torrão a 07.10.2012 às 11:51

O Seguro está de pés e mãos atados porque sabe que, indo para o lugar do Coelho, faria exatamente o mesmo. Como o seu colega Hollande, "o grande Hollande", que se dizia melhor do que Sarkozy. No meio disto tudo, a notícia de que Hollande se prepara para aumentar a TSU lá do sítio parece ter passado despercebida em Portugal (pelo menos, ainda não li nada sobre o assunto na blogosfera). Tinha o link, mas apaguei-o, por achar que aí ninguém dava importância. Vou ver se o encontro outra vez.

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De Cristina Torrão a 07.10.2012 às 11:55

Ora aqui está, mais uma vez, graças à rapidez do Google:

http://expresso.sapo.pt/hollande-prepara-mexidas-na-tsu-identicas-as-de-passos=f757856

Hollande prepara mexidas na TSU idênticas às de Passos

"O grande Hollande", o que ia mostrar à Merkel com quantos paus se faz uma canoa e coisa e tal...
E jogar pelo Seguro é mais do mesmo.
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De manuel gouveia a 07.10.2012 às 15:02

Os interesses que a Merkel representa são insaciáveis. Por que julgas tu que não vão atacar os trabalhadores alemães?
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De Cristina Torrão a 07.10.2012 às 18:25

Manuel, à parte a minha ignorância sobre assuntos económicos, parece-me que tudo se resume a isto:

A Europa quer manter o euro, para contrabalançar com o dólar, o poderio chinês e o indiano, que está em marcha. Certo? A maior economia europeia é a Alemanha. Certo? Se a Alemanha cai, o euro também cai. E vice-versa. Certo?

Isto, sem pôr a questão de que talvez vivêssemos melhor sem o euro. Admito que não sei.
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De joshua a 07.10.2012 às 16:07

Revisão da TSU, em França? Isto é interessantíssimo. Aguardo uma reacção segurista.
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De Daniel João Santos a 07.10.2012 às 19:04

As alterações na TSU em França são apenas para quem ganha mais de 2500 euros mês e não, como era pretendido em Portugal, para todos, mesmos quem ganhasse o ordenado mínimo. Assim, a reação de Seguro será de aplauso ás medidas de francês.
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De CeC a 07.10.2012 às 13:58

Pois a mim, Seguro, apenas -e mais uma vez- conseguiu demonstrar a sua falta de ideias e de agenda politica.

Há um mês atrás já por blogs e redes sociais se comentava a diferença de deputados entre Portugal e Austrália. (Link: http://2.bp.blogspot.com/-6nDYbvyjQew/UFuvShkr38I/AAAAAAAAIUU/-Y2RkrbF4m4/s1600/400913_10151173132758130_844463753_n.jpg)
A própria RTP, na passada sexta-feira, no programa "Sexta às 9", analisou o aumento significativo de funcionários, consultores, assessores, e mais uma restante panóplia de cargos inventados e directamente ligados às Jotas que continuamente parasitam o Estado. (Link: www.rtp.pt/play/p814/e94729/sexta-as-9)

Não me parece, portanto, que Seguro tenha tido qualquer tipo de epifania.
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De João António a 07.10.2012 às 15:00

Meu caro a diferença entre o PSD e o PS é o D, o resto é intoxicação pública !
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De manuel gouveia a 07.10.2012 às 15:03

Os partidos do "S" de sanguessugas formaram-se sob a mesma cartilha.
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De anonimodenome a 07.10.2012 às 17:26

Só a decoração do balde é diferente, o conteúdo é o mesmo e já o cheirámos e comemos muitas vezes. Se cheirou e soube sempre a me*da é porque os PSeD são mesmo me*da.
Não há que enganar.
Do PP e do CDS não falo porque está disfarçado mas é pior que me*da.
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De CAL a 07.10.2012 às 23:31

Na prática o comunismo fracassou, persistem suas teses defendidas por intelectuais inconformados. Sobrou a mídia, 99% é controlada pela esquerda. Sarkozy era notícia diária, já o querido Hollande é preservado. No vale tudo para chegar democraticamente ao poder (teoria de A. Gramsci), suprimiram a moral e a ética da política.
Está sendo julgado o mensalão no Brasil (compra de votos no legislativo, descarado crime contra a democracia, inicialmente negado pelo ex-presidente Lula, depois confirmado com pedidos de desculpas aos brasileiros e de novo negado!), a mídia e a blogosfera, em Portugal, nada comentam. Este julgamento do século devia servir de exemplo para os “sem-justiça” portugueses.
A falta do Poder Judiciário em julgar crime político, incentiva governos corruptos. Somem as verbas para investir no social, é sacrificada a classe média com a redução do poder aquisitivo e o pobre, coitado, esse fica sem chance de existir.
Esse jogo de cena do inseguro Seguro é conversa para boi dormir, não dá em nada, é mais do mesmo. Perfumaria não resolve a crise econômica e política. Falta ética e moral para colocar o País nos trilhos.

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