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E porque não mais um na Ribeira Quente?

por Ana Lima, em 26.04.11

Quando foi publicada, já há algum tempo, esta notícia, ainda o FMI não se encontrava, oficialmente, no nosso país.

Na altura, mesmo compreendendo a importância da arte na vida de todos nós, fiquei perplexa com a ideia de ter, na mesma ilha do arquipélago dos Açores, dois centros de artes, um, em Ponta Delgada, "orçado em cerca de sete milhões de euros" e o outro, na Ribeira Grande, com  um "preço-base do concurso de construção" de 12,9 milhões. E mais perplexa fiquei quando percebi, a fazer fé no que era dito na notícia, que se tratava de uma "disputa de protagonismo" entre a presidente da Câmara de Ponta Delgada, eleita pelo PSD e líder regional daquele partido; e Carlos César, presidente do Governo Regional, eleito pelo PS.

Num dia em que os discursos oficiais, proferidos no âmbito das comemorações do 25 de Abril, tanto referiram a importância de unir esforços para responder a problemas comuns, gostava de saber, agora que as contenções chegaram a grandes projectos, se ainda se mantêm estas duas intenções.

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6 comentários

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De António de Almeida a 26.04.2011 às 06:10

Provavelmente nem um nem outro avançam...
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De manuel gouveia a 26.04.2011 às 09:56

Brincamos...
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De Anónimo a 26.04.2011 às 11:09

Duvido, tem “autonomia” para torrar nosso caro dinheiro sem nenhum constrangimento.
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De João António a 26.04.2011 às 18:55

Brinquedos muito caros !
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De Daniel João Santos a 26.04.2011 às 19:18

Uma festa.
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De analima a 27.04.2011 às 00:11

A mim também me parece que, nestes tempos de vacas magras (até nos Açores, onde as vacas têm muito alimento), os centros de artes terão que esperar por melhores dias.

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