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Não chega dizer que o poder político é abjecto e imoral, enorme promotor de desigualdades na Economia e na Justiça, esforçado num confisco compulsivo para que ele continue mais igual que qualquer de nós, cada vez mais diferentes, esmifrados. Estranha-se que, sendo ele um desastre, uma traição completa aos desígnios de bem estar nacionais, ainda assim tenha bastantes defensores, os mais imprevistos e, naturalmente, os mais interessados. Agora que o rei do socialismo-socratismo e de um certo PSD equivalente, mesmíssima esterqueira clientelar, vai esquelético e nu, a denúncia dos problemas de tesouraria e de interferência espúria desse tal poder político onde não lhe diz respeito vai sendo feita. Aos bochechos, mas feita: «A PJ está a ser vítima deste poder político.» Um poder político de micas chupistas que nos deu rainhas maçónicas, como Almeida Santos, e maçónicas princesas sempre em pé, como Rui Pereira e o seu mentor. Quem é que os remove sem se sujar de lixo e da sensação abominável de que essa gente nos escraviza, despreza, manipula, medra acima de qualquer lei e além dos mínimos de decoro? Alguma vez se viu tamanha fixação aos cargos?! Não. Nunca. Marca socialista-socratista é apodrecer tudo, todos, para poder passar passar incólume, de dedo apontado, com respaldo no passado alheio. Um dos rumores mais gastos é o de que para pior já basta assim. Mentira. O socratismo-socialismo pode ir ainda muito mais longe na urdidura do pior. Com a bênção de Pacheco, ex-teórico da asfixia democrática, vai leproso e não seguro