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... ao triste portugalinho desgovernado pelos socialistas socratistas politiqueiros e rapaces já está escrito e descrito. Está escrito e humilha. Humilha-nos e recorda-nos o logro de eleger por paixão e fixismo político de alheados e por isso mesmo corneados. Para os sorrateiros socialistas socratinos, a dívida pública nunca foi assunto ou, se o chegou a ser, logo se viu abafado então pelas Escutas a Belém como hoje pela oportunista e Nefanda Matéria do BPN. Mas também está de boa saúde a vontade de tal poder raso em se manter inalterável, surfando retórica viciada e duplos queixos absolutistas, mesmo com o Estado submetido a juros criminosos, proibitivos, condenatórios do presente e do futuro: há determinação em resistir ao leme, perseverar na desgraça. França e Alemanha a pressionar-nos. Sócrates a pressionar o Brasil, a pressionar a China, a pressionar a Líbia por respaldo. Pois, mas o epitáfio dos franceses-alemães ao nosso estado e ao nosso Estado é isto e é grave: «É melhor um final horroroso do que um horror sem fim? A França e a Alemanha decidiram-se aparentemente pela primeira alternativa como solução para Portugal e a sua crise: querem forçar o Estado a recolher-se, o mais cedo possível, ao abrigo de salvamento do euro. O país, financeiramente abalado, não conseguirá obter mais crédito no mercado de capitais, estimam especialistas de ambos os governos.» Spiegel Online