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Futebol e afins

por Daniel João Santos, em 10.08.15

Duas ou três considerações: O Sporting venceu e aceita-se. O Benfica precisa ainda de trabalhar muito. O Jorge Jesus é um bom treinador, mas está com o ego tão insuflado que ainda explode. João Mário do Sporting esteve cinco estrelas ao lembrar que estiveram na Supertaça porque o ano passado ganharam a Taça de Portugal ou seja, digo eu, lembra o trabalho de Marco Silva.

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Uma mini e um pires de tremoços, por favor.

por Daniel João Santos, em 06.06.15

Como sinto saudades da bloga que trocava ideias, algo raro hoje em dia, leio o Delito de Opinião com entusiasmo. Hoje, embora com atraso, li um bom texto escrito por Sérgio de Almeida Correia, que me foi indicado mais abaixo num comentário, onde o bloguer escreve sobre a saída de Jorge Jesus para o Sporting, o festival mediático e um país que está alienado da realidade. Escreve Sérgio de Almeida Correia que enquanto se abrem jornais, telejornais e se debate Jorge Jesus, não se fala da crise nos planos social, ético, moral, demográfico e ortográfico, nos sistemas de justiça, de saúde e de segurança social, na educação, na banca, nos impostos, no sistema eleitoral, no sistema de partidos, nos índices de confiança nas instituições políticas e judiciárias, na polícia, na política. E ainda: "Tudo isto acontece num país que saiu há pouco mais de um ano de um programa de resgate internacional, a quatro meses de umas eleições legislativas e a seis de umas eleições presidenciais, com greves e pacotes de privatizações em curso, sem se saber o que vai acontecer com as reformas, com os escalões do IRS ou com a TSU dentro de alguns meses. Ninguém sabe quando o próximo Governo tomará posse, nem até quando se irá viver sem o Orçamento de Estado para 2016."

Tem razão Sérgio de Almeida Correia, ninguém fala desses problemas todos. E ninguém fala disso porquê? Fácil! Está explicado no conjunto de assuntos/problemas que são explanados pelo bloguer. Ninguém tem já paciência para tanto e tanto problema. Para isso já basta os problemas do dia a dia: levantar cedo, sair a correr, enfrentar o transito, levar os miúdos à escola, correr para o emprego - quem o tem -, aturar um chefe abominável, trabalhar debaixo de pressão, meter duas garfadas ao meio-dia na boca, levar com mais e mais do mesmo, sair a voar, apanhar os miúdos, enfrentar o transito, preparar o jantar, dar banho aos miúdos, jantar, deitar os miúdos e arrastar o corpo moído para a cama. 

Claro que o povo, este povo que faz isso durante todos os dias do ano, está alienado da crise. Sempre que pode, este moído povo, chega a barriga ao balcão, manda vir uma mini para empurrar um pires de tremoços, enquanto discute a ida de Jorge Jesus para o Sporting.

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A pergunta que se impõe fazer

por Daniel João Santos, em 04.06.15

Despedir um treinador que tem contrato para mais três anos alegando como justa causa uma idiotice, para não lhe chamar outra coisa, como deve ser apelidada essa acção?

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Naquela noite...

por Cristina Torrão, em 24.04.13

 

Era uma quarta-feira, tal e qual como hoje. O apito inicial soou à hora a que publico este post. O meu pai alimentava esperanças de que, passados dez anos, o seu clube repetisse a proeza: ganhar a Taça das Taças. Mas a primeira mão das meias-finais, em Alvalade, não correra bem: empate 1-1 com o Magdeburgo, da República Democrática Alemã, um dos regimes de proa da Europa de Leste.

O Sporting partiu desfalcado para o encontro, não contava com dois dos seus melhores jogadores, Dinis e Yazalde, ambos lesionados. Mal sabia a equipa que partia do Portugal da ditadura para regressar ao Portugal dos cravos. E não deixa de ser interessante que fosse derrotada, nessa noite de todas as noites, por um clube de um país comunista, uma ideologia que tanto agitaria o Portugal saído da revolução. Também o imperialismo soviético esteve perto de derrotar a nossa jovem e ainda frágil democracia.

 


Os minutos finais do encontro deram cabo dos nervos. Ao fim de 75 minutos, perdíamos por 2-0. Já nos conformávamos com a derrota, quando Marinho, a 12 minutos do fim, reduziu a desvantagem para 2-1. Renasciam as esperanças. Marcando mais um golo, o Sporting passaria à final!

Sofríamos em frente da televisão, quando Tomé, entrado perto do fim do encontro, falhou um golo que parecia certo. Ao apito final, instalou-se o desespero.

 


Eu tinha oito anos. E não sabia o que mais me oprimia: se a minha própria desilusão, se a do meu pai. Fomo-nos deitar com um imenso nó na garganta, sem sonhar que acordaríamos num outro país.
À equipa do Sporting, acompanhada pelo saudoso João Rocha, estava reservada uma autêntica odisseia. Deixaram a malfadada Magdeburgo de autocarro, logo aguentando os incómodos ligados à passagem da fronteira entre as duas Alemanhas. Controlos obsoletos, de quem insistia na cortina de ferro, esse muro invisível, concretizado fisicamente em Berlim. Mal sabia o plantel do clube que, no seu país, se tentavam destruir outro tipo de muros.

Chegados a Frankfurt, atingiu-os a perplexidade: o aeroporto de Lisboa estava cercado e fechado ao tráfego! Acabaram por arranjar um voo para Madrid, de onde partiram, de autocarro, em direção à fronteira do Caia. Mas esta revelou ser mais uma barreira intransponível, o MFA fechara todas as fronteiras. Tiveram de pernoitar em Badajoz, alguns, no autocarro, por não terem encontrado lugares nos hotéis.

 

Só a 26 de Abril a situação se desbloquearia.
E nós?
Em nós, renascera a esperança, no deslumbre da liberdade.

 



Nota: O bilhete representado está ou esteve à venda neste site. Embora não o consiga visualizar, foi para lá que o link da imagem me enviou.

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Sporting Lissabon

por Cristina Torrão, em 20.04.12

É assim que o meu clube é conhecido por estas paragens.

"Sporting Lissabon siegte 2:1 gegen Athletico Bilbao" - soa nas notícias da rádio.

As duas meias-finais da Liga Europa foram ontem transmitidas em simultâneo por um canal televisivo alemão (ora ligavam a uma, ora a outra). O meu marido foi brindado com Parabéns, hoje, no emprego, por saberem que é casado com uma portuguesa.

 

VIVA O SPORTING! FORÇA SPORTING!

 

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Bem-vindos

por Daniel João Santos, em 06.01.12

O futebol tem coisas boas e também estupidez em grandes quantidades:

 

Adeptos das claques em poses agressivas, desafiando os seguranças. Outros de cara tapada e com tochas na mão. Outro numa pose que sugere uma saudação fascista. Outro ainda com um tatuagem com a cruz de ferro, um símbolo que, não sendo exclusivo do nazismo, está muito associado a movimentos da extrema-direita. Foram estas as imagens que o Sporting colocou, nesta época, no corredor que dá acesso aos balneários da equipa visitante, no Estádio de Alvalade.

 

As imagens (carregue neste link) mostram escrito em cima das imagens um simpático "Bem-vindos".

 

Tenho pena que um clube como o Sporting vá por caminhos destes.

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Sporting vs Benfica

por Cristina Torrão, em 29.11.11

 

Eu sei que isto é desprestigiante para o futebol. E logo eu que não posso com hooligans e abomino a violência!

 

Mas digo-vos: já cá fazia falta um desaguizado destes. Sem a intervenção do Sr. Jorge Nuno! É a melhor prova de que o Sporting torna a ser grande.

 

Para lembrar velhos tempos!

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O voo da águia

por Daniel João Santos, em 26.11.11

Este Benfica vence e convence. A equipe da Luz volta a mostrar porque razão é neste momento a mais forte candidata ao titulo. Amanhã, depois do jogo Porto-Braga, poderemos considerar que este foi um excelente fim-de-semana.

 

Actualização:

Todo o folclore promovido pelos dirigentes de ambos os clubes era perfeitamente dispensável. As acções vergonhosas dos adeptos do Sporting devem ser apreciadas pelas entidades competentes e não por dirigentes que trocam de idiotices em praça publica.

 

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A musica que se impunha colocar

por Daniel João Santos, em 24.10.11
Está bem, pode ser para os Sportinguistas, mas só desta vez.

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A seguir o Benfica

por Daniel João Santos, em 20.08.11

Finalmente alguém dá uma resposta a toda a estupidez que anda no futebol português. Vou ainda mais longe, mesmo sendo eu benfiquista, igual medida dos árbitros deveria ir para o Benfica. Sim, o senhor Jorge Jesus tenta justificar os seus erros com as arbitragens aos jogos dos outros.

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