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Estamos entendidos!

por Eduardo Louro, em 05.11.13

O governo que garantia que o seu programa era o do Memorando de Entendimento e que o seu objectivo era ir para além da troika, é o mesmo que agora diz, para contrariar a OIT – em Portugal não há oposição, são as organizações internacionais que têm de se manifestar sobre estas coisas - diz que o salário mínimo tem de ser – que não pode aumentar o salário mínimo nacional porque o Memorando da troika o impede.

Estamos entendidos!

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A explicação parece estar na expressão "se descontarmos a inflacção". Mesmo assim não consigo perceber as contas dos jornalistas da RTP nesta notícia (ao minuto 29:20) com base nestes dados

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O OXÍMORO PATETA DO TIAGO

por joshua, em 21.12.09

Não. A questão aberta pelo Tiago em termos no mínimo desprezivos para com quem trabalha e recebe o só por sarcasmo chamado "mínimo caridoso" não pode ficar por aqui. Não vale insultar com argumentos pífios e depois fazer queixinhas quanto à terminologia com que se riposta. Que é que o Luxemburgo, que é um pequeno umbigo aristocrático repleto de portugueses, e onde se vive bem, possui que nós não possamos ter de igual modo e desde há décadas? Na verdade, o argumentário do Tiago, e até o do nosso António de Almeida, deveria ser completamente invertido: é caridade do contribuinte português sustentar uma classe política de gestores públicos nabos, improdutiva, incapaz de resultados e até fraudulenta por sistema. Disso padece o País. Disso sofremos por inteiro. Tiago e António de Almeida, que insistem em flagelar o Cristo errado, poderiam atirar-se a matar ao Cristo certo! É vê-los a ter tal coragem. Não. Sempre prontos a enforcar o Judas errado. O trabalhador. O Judas certo é esse empresariado esclavagista desde o ciclo da Pimenta, desde o do Ouro do Brasil, desde o do Cacau Africano, em pleno século vinte. Cinco séculos a dar tiros nos pés ou não fosse algum empresariado português asno exímio em garimpar milimetricamente o suor dos restantes portugueses que se lhes submetem ou deles decide depender em vez de emigrar. 

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Deve estar a brincar

por Daniel João Santos, em 21.12.09

 “Em primeiro lugar, a própria existência de um salário mínimo é destituída de sentido. O Estado impõe que determinadas actividades têm de valer mais que aquilo que efectivamente valem, numa suposta medida de apoio social em que a caridade é empurrada para o patronato - Tiago Moreira Ramalho - Portugal dos Pequeninos."

 

Assumo que isto seja a brincar, é que se fosse a sério seria algo preocupante. Eu compreendo o olhar académico e teórico do Tiago sobre a sociedade, o que não percebo é como é que existem actividades com mais valor do que outras.

 

Tenho a certeza de que nunca conseguirei compreender trabalhos de primeira, de segunda ou de terceira categoria.

 

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Não serão os dois?

por Daniel João Santos, em 14.12.09

A CGTP-IN considera inaceitável a posição hoje avançada pelas confederações patronais de uma actualização do Salário Mínimo Nacional (SMN) para os 460 euros, menos 15 euros do que a proposta do Governo.

 

Ou seja, o governo diz 475 e os patrões dizem 460.

 

O problema é que para muitos, demasiados até, ambos os valores são inaceitáveis.

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Mais e mais e mais

por Daniel João Santos, em 28.10.09

As confederações patronais alertaram hoje o primeiro-ministro, que participa quinta e sexta-feira na cimeira europeia em Bruxelas, para a necessidade de manter os apoios às empresas “pelo menos até 2011”.

 

Depois desta e a ideia de não se aumentar o salário mínimo para o próximo ano, penso que estamos todos  esclarecidos sobre a situação.

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