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Cheiro a podre

por Eduardo Louro, em 21.01.14

Vão-nos dizendo que os indicadores aí estão cheios de boas notícias. Que ainda não notamos nada, mas que é mesmo assim. Vai demorar algum tempo até que os indicadores se reflictam na realidade da vida de cada um, até que consigamos percepcionar, sentir mesmo, os resultados fantásticos que não têm qualquer dúvida em apontar...  

As taxas de juro caem todos os dias, já baixaram até dos 5%, a caminho dos mágicos 4,5% de Rui Machete. E a saída é à Irlandesa, já ninguém tem dúvidas…

No entanto olhamos à volta e sentimos o cheiro a fim de ciclo, aquela sensação de que a coisa está a cair de podre.

Ele é o Secretário de Estado Agostinho Branquinho, o tal que, deputado na anterior legislatura, numa comissão parlamentar de inquérito não sabia o que era a On Going, para onde seguiria, directamente da Assembleia da República, poucos dias depois. E donde rapidamente regressou, para integrar o actual governo. É a POP Saúde, a empresa do ex-presidente do INEM e da sua mulher, chefe de gabinete do Ministro da Administração Interna, constituída - com mil euros de capital - uma semana antes da assinatura do contrato. Nem o Marques Mendes escapa?

 

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