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Até quando?

por Eduardo Louro, em 14.12.15

 

Mais que o copo meio cheio - a Frente Nacional de Marine Le Pen não ganhou em nenhuma da 13 regiões -, ou o copo meio vazio - acabou com o bipartidarismo do sistema político em França, e tem já a expressão eleitoral do PS (28-29%) -, a segunda volta das eleições regionais francesas colocam-nos perante uma dramática interrogação: até quando?

Até quando,  continuará a ser possível mobilizar frentes comuns para barrar a extrema-direita?

Até quando resistirá o dique de protecção eleitoral criado para impedir expressões maioritárias fora do sistema?

Até quando a própria radicalização da direita francesa - bem evidente em Sarkozy por estes dias - resiste a não se confundir com o extremismo xenófobo, e a acabar integrada? 

Até quando será possível evitar que Marine Le Pen chegue à presidência da França?

 

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Terrorismo de olhos azuis.

por Renato Seara, em 23.07.11

Confesso-me perplexo e chocado com a dimensão do atentado terrorista ocorrido em solo norueguês, assim como com a celeridade com que a imprensa se apressou a procurar culpabilizar o Mundo Árabe. Para "tristeza" do Nuno Rogeiro desta vez não foi um Al-Zarqawi a premir o gatilho, mas sim, um sempre insuspeito loiro, alto e de olhos azuis. 


Anders Behring Breivik, é apenas e só, um produto de uma civilização ocidental, que sem se dar conta se foi tornando mais intolerante e xenófoba. Anders apenas materializou o pensamento de milhares de extremistas de direita espalhados por essa Europa. Extremistas, que aos poucos e com o total beneplácito das populações vão parasitando os respectivos parlamentos nacionais. Parlamentos, onde nem sequer a sua permanência deveria ser permitida.

 

 

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Extrema mas só de esquerda

por Daniel João Santos, em 24.10.09

Não percebo como é que em Inglaterra se discute extremismos, palavra que o Tiago Moreira Ramalho usa e permite uma leitura de extrema esquerda ou direita, de seguida ele escrever só sobre a extrema esquerda portuguesa.

 

Não entendo como é que se compara Inglaterra com Portugal e transforma-se tudo num luta contra a esquerda portuguesa.

 

Não seria melhor também generalizar a análise da situação em Portugal?

 

Nem muito menos se pode por ai defender que em Portugal não existe extrema direita.

 

Não se pode lutar contra extremismos e tudo o que eles representam olhando só para um dos lados.

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