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Quando o como é quanto

por Eduardo Louro, em 19.08.15

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Duzentos e sete mil empregos!

Bem sei que não é uma promessa. É um compromisso. Mas será que ninguém se lembra dos 150 mil de há seis anos?

Bem sei que o toda a gente acha que o emprego é o abre-te Sésamo da gruta do voto. Por isso é tão grande a manipulação que o governo e a coligação fazem desses números... Mas era mesmo necessário seguir uma fórmula que por sinal até correu tão mal?

Claro que temos de saudar estas coisas de "O Quanto, o Quando e o Como". E, claro, falar de "quanto" sem falar de quanto emprego era deixar de fora o maior dos quantos. Com o "quando" pacífico, e os outros quantos nos 118% do PIB para a dívida e no 1,4% para o défice, é no "como" que poderá estar o diabo. Tanto maior quando falta o maior quanto do como... 

Quanto crescimento?

 

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Números do desemprego

por Eduardo Louro, em 05.08.15

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Numa campanha eleitoral em que vai valer tudo, governo e coligação querem fazer do desemprego uma questão de números. Reduzindo o maior problema da economia e da sociedade portuguesa a um número, o problema fica resolvido. Um número é um número, e com os números faz-se o que se quiser... 

Se há coisa em que os números se pareçam com pessoas - com algumas pessoas - é nisso mesmo: prestam-se a tudo!

Se as pessoas que um dia perderam o emprego e estão sem trabalho há dois, três anos ou quatro anos não são desempregados, são inactivos. Se as pessoas que estão ocupadas uma hora por semana a receber formação que nunca lhes servirá para nada, estão em formação, não são desempregados. Se as pessoas que estão integradas em estágios pagos pelo Estado às empresas, são estagiários e não desempregados. Se as pessoas que tiveram de sair do país são hoje emigrantes e não desempregados, os números do desemprego são forçados a cair.

Os problemas das pessoas, esses, são os mesmos. Às pessoas pouco interessam os números, mais ou menos martelados, e sempre manipulados, do desemprego oficial do governo. O que às pessoas importa é o emprego que lhes falta.  Não importa o desemprego, importa é o emprego. Não conta para nada que os números do desemprego tenham caído quando os do emprego cairam ainda muito mais!

O que realmente conta é o emprego que foi destruído nestes últimos quatro anos, que - palavra do FMI - demorará 20 anos a recuperar. Demoraria, direi eu, se a economia portuguesa conseguisse garantir tanto tempo de crescimento ininterrupto, coisa de que nos não lembramos.

E o que nunca deixará de contar é a qualidade do emprego que se está a criar. Muitas vezes, mais que emprego a prazo, emprego com prazo marcado para o desemprego, assente numa relação de trabalho cada vez mais desigual.

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Mentira sem fronteiras

por Eduardo Louro, em 27.12.13

 

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Uns prometem, outros fazem – bem poderia ser o próximo slogan de Passos Coelho. Pelo andar da carruagem é mesmo bem provável que seja…

Houve quem tivesse prometido 150 mil empregos, mas é Passos - para quem a mentira não tem fronteiras - a criar 120 mil!

 

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Administrador para a C.G.D. , Procura-se!

por Nuno Raimundo, em 09.06.13

Eis uma notícia interessante para os quase um milhão de portugueses que fazem parte dos 17,8% que se encontram no desemprego no nosso país...

O problema é que os que querem ser escolhidos, não podem, e os escolhidos, torcem o nariz... Uns a quererem trabalhar, outros nem tanto...

E assim vai este país... entre mangericos, bailaricos e sardinha assada... só falta a bola, para compor a "coisa"...

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Queres emprego? Estica-te!

por Ana Lima, em 21.11.12

Parece que, a bordo de aviões, o trabalho dos portugueses é um sucesso. 

As exigências para a apresentação na entrevista deste domingo, a realizar pela Qatar Airways, nem são muitas: a saia pelo joelho e camisa de manga curta, cabelo apertado atrás e maquilhagem apropriada, para as mulheres; e calças e camisa com gravata, ou fato completo e barba feita para os homens. Já quanto aos 212 centímetros de braço ainda vamos ter que nos esticar um bocadinho...

 

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E quem consegue acreditar nisto...

por Nuno Raimundo, em 12.08.10

Mais uma "treta" que nos querem vender...

Uma empresa de recrutamento de trabalhadores fez um estudo em que chega à brilhante conclusão de que  52% dos trabalhadores inquiridos até que não se importavam de ganhar menos se mudassem de emprego.

Concerteza que não fizeram as perguntas às pessoas "certas". Só pode, né?!

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Penalizações por viver

por Daniel João Santos, em 06.07.10

A Comissão Europeia lança partir de amanhã um debate sobre “o futuro dos sistemas de pensões na Europa” com a publicação de um Livro Verde em que defende o aumento da idade da reforma nos 27.

 

Para começar, faz-me alergia "livros verdes" e "livros brancos", sempre me pareceram mais negros.

 

"Se as pessoas, que cada vez vivem mais anos, não permanecerem mais tempo empregadas", os sistemas de pensões terão dificuldade em dar "reformas adequadas" ou poderá ocorrer um "aumento insustentável" das despesas, diz o dito livro.

 

Ficámos a saber que viver mais tempo passa a ser penalizado com mais trabalho.

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Redução salarial

por Daniel João Santos, em 03.05.10

Se as medidas terão pouco impacto nas contas da Segurança Social, conforme admitiu a ministra do Trabalho, porque razão serão colocadas em vigor?

 

Sim, a senhor ministra até pode argumentar que se trata de um incentivo para a rápida integração dos desempregados no mercado de trabalho, mas não seria melhor ir por outra via?

 

Uma competente fiscalização aos desempregados?

 

Uma politica capaz de criar novo empregos em vez de se traduzir, conforme as novas regras, numa clara redução salarial?

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Conversas em voz alta

por João António, em 25.01.10

 Confidencias privadas ou talvez não. Pilotos da TAP foram caçados a ter desabafos na rede social do Facebook e agora sofrem as consequencias dentro da empresa. Afinal não é só nos privados que a lei da rolha é exercida ! A democracia cada dia está mais depauperada . 

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Um claro falhanço, mas

por Daniel João Santos, em 17.11.09

9,8 por cento de desempregados é um numero preocupante, um claro falhanço das politicas que têm vindo a ser executadas. 

 

Mas agora exigem-se medidas fortes de investimento, geradoras de postos de trabalho e de modernização. É preciso uma mensagem clara de dinamismo e de luta contra estes péssimos números.

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