Este processo de quarentena processual, tipo pausa sabática para os investigadores, e que permite aos putativos arguidos procederem a correcções de consciência, fruto das fugas cirúrgicas que sempre existem, é já pedra de toque do processo de recuperação dos cidadãos infractores para a sociedade. Não admira que estes megas processos dêem com os burrinhos na água…
As nove certidões que o Departamento de Investigação e Acção Penal de Aveiro extraiu do processo de investigação conhecido como Face Oculta estiveram perto de quatro meses na Procuradoria-Geral da República (PGR) sem que o procurador-geral, Pinto Monteiro, lhes desse um destino.

