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Crescer

por Cristina Torrão, em 07.04.12

Por José Rentes de Carvalho:

 

Finalmente sou como deveria ter sido desde menino, deixei de ser "bonzinho".


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8 comentários

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De Daniel João Santos a 07.04.2012 às 17:51

Eu sou bonzinho.
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De Cristina Torrão a 08.04.2012 às 10:56

Pode-se ser bonzinho em vários sentidos, por isso José Rentes de Carvalho escreve a palavra entre aspas (penso). Há certas maneiras de sermos "bonzinhos" que nos podem prejudicar, há outras que são necessárias. Por vezes, somos mais severos connosco próprios do que com os outros, mas também faz bem perdoarmo-nos, em vez de passarmos a vida a perdoar os outros.
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De CAL a 07.04.2012 às 18:55

Está a falar de mim! Como não identificar-me com um escritor assim. Sou seu seguidor no blog.
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De George Sand a 07.04.2012 às 19:04

Já não há alternativa a ser-se bonzinho.

Aproveito para lhe desejar a si e, a todos os colaboradores deste espaço uma Santa e feliz Páscoa
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De Cristina Torrão a 08.04.2012 às 10:59

Em certas circunstâncias é realmente difícil.

Obrigada, George, uma Boa Páscoa também para si.
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De Ana Lima a 08.04.2012 às 00:41

Essa frase fez-me lembrar uma muito conhecida de um personagem de Oscar Wilde, penso que na peça "The importance of being Earnest". Dizia ele mais ou menos isto: "Espero não ter levado uma vida dupla, fingindo ser mau e tendo sido, na realidade, sempre bom. Isso seria uma hipocrisia"
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De Cristina Torrão a 08.04.2012 às 11:03

Obrigada por trazeres para aqui Oscar Wilde, Ana, um mestre da ironia.

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