20
Mai 13
Por Daniel Santos, às 21:50 | comentar | favorito

Para os espanhóis existe apenas uma coisa pior que um português: um português que vence.


Por Daniel Santos, às 21:35 | comentar | ver comentários (1) | favorito

Cavaco Silva reúne o Conselho de Estado para discutir um pós-troika. Gostava de saber porque razão se reúne tanta individualidade para falar sobre cenários de ficção cientifica?


Por Eduardo Louro, às 16:16 | comentar | ver comentários (5) | favorito

Compete ao Conselho de Estado (artigo 145º da Constituição da República):

  1. Pronunciar-se sobre a dissolução da Assembleia da República e das Assembleias Legislativas das regiões autónomas;
  2. Pronunciar-se sobre a demissão do Governo, no caso previsto no n.º 2 do artigo 195.º;
  3. Pronunciar-se sobre a declaração da guerra e a feitura da paz;
  4. Pronunciar-se sobre os actos do Presidente da República interino referidos no artigo 139.º;
  5. Pronunciar-se nos demais casos previstos na Constituição e, em geral, aconselhar o Presidente da República no exercício das suas funções, quando este lho solicitar.

Ao abrigo desta última alínea: o pós-troika. Obviamente!

No pasa nada...

 


Por Ana Lima, às 13:23 | comentar | ver comentários (3) | favorito

Para Cavaco Silva estamos na pré-pós-troika.

Para Passos Coelho estamos na bene-troika, mesmo que o seu discurso nos deixe sempre mais perto da ambi-troika.  

Para Vítor Gaspar devemos fugir da re-troika mas nunca é tarde para se pensar na ultra-troika.

Para António Seguro, como já não podemos fazer um movimento retro-troika, podíamos ao menos avançar para uma semi-troika.

Para outros partidos devíamos ter ficado na ante-troika pois só a dis-troika nos serve.

Para os movimentos anti-troika só a apo-troika é solução.

Para a maior parte de nós o sentimento é que estamos esmagados soto-troika.

E os conselheiros de Estado, afinal, vão aconselhar o Presidente a usar que prefixos?


Por Zélia Parreira, às 12:08 | comentar | ver comentários (2) | favorito

Há vários dias que somos bombardeados com a "coragem" de Angelina Jolie. Sem lhe retirar o mérito, convém ter os pés bem assentes na terra. Em Portugal esta cirurgia também é possível e é feita por quem tem possibilidades económicas para o fazer. No sistema público, nem os testes genéticos ou as consultas de risco se conseguem obter. O mero acompanhamento ou vigilância de situações já diagnosticadas de carácter benigno, que a qualquer momento podem evoluir para o que toda a gente teme, está a ser cancelado pelos hospitais públicos.

 

Quando a assistência à saúde está a ser cada vez mais estrangulada e vedada a quem não tem possibilidades económicas, dificilmente se pode pedir coragem a quem simplesmente não tem escolha.


19
Mai 13
Por Daniel Santos, às 20:35 | comentar | ver comentários (1) | favorito

O Futebol Clube do Porto é campeão nacional. Parabéns ao Porto por esta vitória em cima da linha da meta. Seria natural falar da limpeza do ultimo jogo entre o Paços de Ferreira e o Porto, começando pela limpeza da grande penalidade e expulsão do jogador do Paços, mas isso seria entrar num discurso habitual de quem está por baixo e se desculpa com árbitros e elementos exteriores ao jogo. O Benfica perdeu o campeonato no jogo contra o Estoril. Foi ai, quando não teve a humildade ao olhar para o adversário, que o Benfica deu o campeonato aos dragões. Apesar de tudo isto, de um ou outro lapso de Jorge Jesus e dos jogadores, defendo que este projeto é para continuar e que levará o Benfica a grandes resultados.


Por manuel gouveia, às 18:45 | comentar | favorito

O eurodeputado do CDS-PP Nuno Melo considera, em entrevista ao PÚBLICO, que a mudança na taxa das pensões foi “uma vitória do Governo face à troika”.

 

“O que considero politicamente um erro será alguém querer transformar uma vitória do Governo no que seria uma derrota do CDS. Porque manifestamente o que sucedeu, do ponto de vista social, foi uma vantagem muito significativa para quem recebe pensões”.

 

Ai sim? Eu pensei que a vitória seria manter o direito inalienável às pensões, conforme contrato social honrado pelos pensionistas durante toda uma vida ativa e contributiva... mas, o Nuno Melo deve estar seguro de que este povo é parvo.


Por Eduardo Louro, às 13:31 | comentar | favorito

 Por que será que não se fala muito disto?


18
Mai 13
Por António Ganhão, às 20:38 | comentar | ver comentários (2) | favorito

Em entrevista a António Ferro, Salazar defendia que os portugueses deviam ser levados a “viver habitualmente”.

Nessa modesta aspiração residia a própria salvação de Portugal.

 

Mas o homem que vivia nessa «casa modesta» e «despretensiosa», vestindo «um fato simples de alfaiate modesto», era o vencedor, contra tudo e contra todos, com indómita tenacidade, «sozinho em frente da crise», do descalabro financeiro do país. Isso mesmo teria transformado o seu nome no «estado de espírito dum País na sua ânsia de regeneração». Permitindo-lhe, agora, chegado à chefia do Governo, aplicar a sua receita do equilíbrio orçamental «ao orçamento errado, desequilibrado, da própria raça», dando ao seu «défice de virtudes» o mesmo combate metódico e tenaz que impusera ao das contas públicas.

(in Salazar e o Poder, A arte de saber durar, de Fernando Rosas)

 

Quando Vítor Gaspar diz que existem serviços públicos pelos quais os portugueses não estão dispostos a pagar, está a defender o mesmo princípio de uma vida modesta e despretensiosa. Uma vida dedicada a esse bem supremo do equilíbrio do Orçamento de Estado. O regresso a um viver habitualmente, depurador da raça e regenerador da pátria.

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Por Cristina Torrão, às 16:34 | comentar | ver comentários (4) | favorito

Um menino que vive em casa de duas mulheres nunca poderá perceber o que é um homem.

 

Será que Luís Villas-Boas, diretor do Refúgio Aboim Ascensão, não põe a hipótese de esse menino sair de casa?! Não põe a hipótese de esse menino brincar com outros meninos e conviver com homens crescidos (parentes, ou amigos da família)?

 

O que mais me dói é constatar que a mentalidade medieval ainda reina em Portugal. A mulher é ainda a causa de todos os males, o ser que trouxe o pecado e a morte ao mundo. Luís Villas-Boas também podia ter piedade pela menina que vive em casa de dois homens. Mas não! Dela não se lembra o senhor!

 

Eu, pelo contrário, lembro-lhe que há meninos órfãos de pai, que vivem com a mãe e as irmãs. Meninos que vivem, não com duas, mas com três, quatro, ou cinco mulheres!

 

Coitadinhos! Se calhar até aprendem a sentarem-se na sanita para fazer xixi!


Por Nuno Raimundo, às 13:27 | comentar | ver comentários (2) | favorito

É o que me apraz dizer após ter conhecimento disto.

 

Já não basta a falta de respeito que uma boa parte da população tem pela polícia, já não bastaria as condições de trabalho em que têm de desempenhar as suas funções, para agora verem-lhes ser retirados certos "privilégios" que nem mordomias são, quando comparadas com outros tais que nos deveriam também proteger e que nada fazem melhor que não seja nos desgovernar...

 

Nem para anedota serviria esta situação...

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Por Eduardo Louro, às 12:57 | comentar | ver comentários (5) | favorito

- “Nunca me engano e raramente tenho dúvidas”.

- “Ainda está para nascer alguém mais sério que eu”

- “Eu avisei…”

Todos conhecemos o autor destas frases, e o culto do ego que está por trás delas. A todas estas acrescenta-se agora aquela que foi a frase da semana:

 “…uma inspiração do 13 de Maio, é o que a minha mulher diz”.

Frase que, lida em conjunto com a que a antecedeu – “foi tomada hoje uma decisão muito importante para o futuro…” – poderá não elevar o fecho da sétima avaliação da troika a acontecimento da semana, mas eleva o seu autor, na sua própria apreciação, mais do que à simples condição de salvador da pátria, a agente de intermediação divina!


Por João António, às 09:00 | comentar | favorito


17
Mai 13
Por João António, às 21:43 | comentar | ver comentários (2) | favorito

Afinal para que servem os deputados ?


Por Daniel Santos, às 21:38 | comentar | favorito

Depois de Áustria, Finlândia, Alemanha e Israel, Portugal é o quinto país onde a co-adopção de crianças por casais homossexuais foi aprovada.

 

Foi, para mim, um extraordinário passo no percurso que ainda falta pecorrer.  No entanto, para alguns os armários continuam cheios de esqueletos.


Por Eduardo Louro, às 12:31 | comentar | ver comentários (1) | favorito

Lembro-me do debate da legalização do casamento entre homossexuais. Lembro-me que os que se lhe opunham acabavam por mitigar essa sua posição, relativizando a importância desse acto para enfatizar um outro, que estaria afinal por trás da legalização do casamento. Diziam que a seguir viria a adopção, e que esse sim, seria o problema…

Isto passou-se há pouco mais de três anos. Hoje, na Assembleia da República votam-se dois projectos sobre a matéria, e pelo que se vê, a co-adopção não levanta grandes fracturas na sociedade portuguesa. Nem entre os que há três anos atrás encontravam aí o grande problema do casamento que então se legalizava…

Quererá isto dizer que a sociedade portuguesa progrediu em três anos mais que anteriormente em décadas? Que atingiu a maturidade política e cívica das sociedades mais desenvolvidas, civilizadas e educadas?

Ou será que a crise também tem alguma coisa a ver com isto?

Fica-me a dúvida...


16
Mai 13
Por Daniel Santos, às 22:03 | comentar | ver comentários (1) | favorito

Quem tem medo da Constituição?


Por Eduardo Louro, às 18:12 | comentar | ver comentários (2) | favorito

Pois… Agora é toda a gente contra a austeridade. Desconhece-se é o que é que isso vale…

O governo foi para além da troika. E da troika veio o troco: não tem nada a ver com esta desgraça, a responsabilidade é de quem governa e aplicou o programa. Durão Barroso, em vez de presidir à Comissão Europeia, portou-se sempre como mero porta-voz dos interesses alemães. Como o cachorrinho de Merkel…

Poderíamos dizer que “Roma não paga a traidores”. Ou que Berlim mata o mensageiro para acabar com a mensagem… Mas também que Durão Barroso merece esta capa!


Por Cristina Torrão, às 11:35 | comentar | ver comentários (4) | favorito

Não obstante E Depois do Adeus ser considerada uma balada inofensiva, os seus versos encerram muito do espírito do 25 de Abril. Provocaram celeuma em lares familiares, ao referirem uma intimidade entre homem e mulher só aceite dentro do casamento religioso, o único aceite em sociedade e que era indissolúvel, perdurava até à morte de um dos cônjuges.

Mas o parzinho da canção, depois de ter partilhado cama e mesa (principalmente, cama) separava-se, ia cada um para seu lado! Mentes bloqueadas por doses maciças de convenções e preconceitos entravam em curto-circuito.

Depreende-se que a mulher teria abalado, ou seja, a iniciativa de acabar com a relação teria sido dela, enquanto ele reconhece:

 

            Tu te deste em amor

            Eu nada te dei.

 

Estará aqui implícita a ideia de que a mulher já não se contentava em poder dizer que tinha um marido? Que se atrevia a exigir algo em troca? Empenho, interesse, paixão, quiçá, satisfação sexual… Ideias bem revolucionárias, no Portugal ainda salazarista!

 


15
Mai 13
Por Daniel Santos, às 21:45 | comentar | ver comentários (4) | favorito

Definitivamente não venceu a melhor equipe em campo. Num grande jogo de futebol, Benfica e Chelsea, deram tudo e provaram porque razão chegaram à final da Liga Europa. Aquele lance do golo inglês mostra como o Chelsea tem muitos mais anos de topo na Europa do que o Benfica. Perdemos, mas perdemos com dignidade e mostrando como este Benfica é sem duvida um grande na Europa. A única coisa que me deixa a pensar, após esta final, é tentar perceber porque razão não se jogou assim no Estádio do Dragão no Sábado.


V.2
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bem esgalhado!
Pois, se calhar não...
É "por que" que se escreve.
A banda está de saídaaté por razões profiláticas
Aqui é mais ... negro...
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