Reconheço que comecei a ver o jogo entre o Benfica e o Feirense dividido, mas rapidamente me passou. O Feirense teve muito azar, incluindo um golo mal anulado e uma autogolo, merecia de facto muito mais.
Reconheço que comecei a ver o jogo entre o Benfica e o Feirense dividido, mas rapidamente me passou. O Feirense teve muito azar, incluindo um golo mal anulado e uma autogolo, merecia de facto muito mais.
Star Wars
(Guerra das Estrelas)

Filme de ficção científica (Star Wars, no original) realizado e produzido por George Lucas em 1977. É uma das obras mais populares e lucrativas de sempre do cinema. O filme deu também o nome a uma trilogia, completada por O Império Contra-Ataca (The Empire Strikes Back, 1980), realizado por Irving Kerschner, eO Regresso do Jedi (The Return of the Jedi, 1983), realizado por Richard Marquand. Lucas foi sempre o responsável pela produção.
No elenco, destacavam-se Mark Hamill (no papel de Luke Skywalker), Harrison Ford (Han Solo), Carrie Fisher (a princesa Leia) e Alec Guinness (Obi-Wan Kenobi) num dos seus últimos papéis importantes. Apesar do imenso sucesso da trilogia, apenas Harrison Ford seria depois capaz de construir uma carreira consistente. ...
Elenco
Mark Hamill
Harrison Ford
Carrie Fisher
Peter Cushing
Alec Guinness
James Earl Jones
Foi preciso chegar a presidente do conselho de administração da Águas do Porto para perceber que tinha metido água.
E disse isto onde? Na abertura das VIII Jornadas Insulares de Psiquiatria
O blogue da Livraria Pó dos Livros iniciou uma votação para eleger o livro mais maldito. Há dez candidatos, que vão desde o Mein Kampf, à Bíblia, passando pela Autobiografia Política de Cavaco Silva.
Há coisas que me enervam de tão parvas que são. Esta da eliminação dos feriados acho que bate os recordes da asnice. Gostava que me provassem, sem engenharias estatísticas, como é que a abolição de quatro feriados nos vai fazer sair do buraco tornando-nos imensamente mais produtivos.
E agora a minha opinião enxofrada:
Como é que se acaba com o 5 de Outubro? A minha família materna é toda para o monárquico mas eu orgulhosamente degenerei e sou republicana até à medula. Afecta-me que tenham acabado a Monarquia num banho de sangue inglório, mas deixar de assinalar a nossa republicanidade?!
E que dizer da nossa independência se a nossa História é uma de luta contra os intentos castelhanos? Se andamos à espadeirada aos espanhóis desde antes de nos conhecermos como gente e a D. Teresa se passar com a irmã? Que diria a pobre da padeira de Aljubarrota se nos visse neste desatino?
Eliminam-se dois feriados católicos. Tudo bem há que manter aqui uma certa equidade mas num estado que se diz laico e estando a nossa lealdade ao rito pelas ruas da amargura e a ignorância das novas gerações na total incapacidade de crerem no que quer que seja, não me feriria a consciência (católica) se os feriados a eliminar fossem mais os religiosos do que os laicos. Aliás, o povo que somos não o é por ser católico, é-o pelas opções de destino colectivo que tomou, pelas batalhas em que se envolveu, pelos momentos fracturantes da sua História. Não somos o povo que somos por causa da Ascenção de Nossa Senhora, do Corpo de Deus ou da Imaculada Conceição. Somos o povo que somos porque somos tenazmente independentistas, republicanos, anti-ditadura e pró-liberdade.
E já que é moda compararem-nos aos países ditos desenvolvidos aqui fica que os alemães gozam de nove feriados federais e, pelo menos, mais um feriado estadual e não os vejo a dizer que é por isso que produzem menos Volkswagen ou que o DAX cai a pique de cada vez que é feriado em Frankfurt.
Não há outras ideias mais inteligentes para governar o país?
Este texto é repetido do Blonde mas achei que também deveria vir aqui protestar.
O leque de dólares com que a filha mais nova de Hugo Chaves cobriu o rosto, tem dado volta ao mundo. Rosinés Chávez, de 14 anos, num momento de infelicidade, publicou a foto da polémica na internet.
A demonstração pública de falta de consideração pelas dificuldades dos outros parece ser típica destas idades mentais.
Fico perplexa e preocupada quando oiço adolescentes de dezassete anos falarem dos governos fascistas de uma forma enaltecedora, depois de estudarem esses regimes e sem terem tido qualquer contacto com a realidade. Essa realidade que apenas lhes chega através de interpretações manchadas pela parcialidade e subjectividade.
Há dias, chamava eu a atenção para o facto de J.R.R. Tolkien ter sido recusado para o Prémio Nobel, há 50 anos, o que nos levou à questão do valor literário de livros que vendem como pãezinhos quentes. Mas sucesso comercial não quer necessariamente dizer fraca qualidade. E há certos livros, que, não sendo obras-primas da literatura, contêm em si a fórmula que os catapulta para o imaginário colectivo.
Lembrei-me disso ao ler hoje que um fã das obras de J.R.R. Tolkien criou uma árvore genealógica de todas as personagens que habitam o mundo fictício da "Middle Earth" (...) O aficionado (um engenheiro químico sueco) disponibilizou a árvore online na semana passada e o projecto já envolve 703 personagens, mas Johansson acredita que ainda lhe faltam cerca de 100 (via Blogtailors).
Outros livros há que levam os seus fãs a confundirem ficção com realidade. Muita gente está convencida de que Sherlock Holmes existiu e há turistas em Londres, que, vendo-se na Baker Street, vão à procura do número 22B, para tirarem fotografias à casa onde viveu o mais famoso detective da História! Acontece que, como Sherlock Holmes, também o número 22B é produto da imaginação de Sir Arthur Conan Doyle. Penso que, na sua altura, ainda não existia o Prémio Nobel, mas, mesmo que existisse, Conan Doyle também nunca o ganharia.
A qualidade literária dos livros de J.K. Rowling deixa muito a desejar. Mas ela conseguiu algo que 99% dos vencedores de Nobel nunca conseguirão: o seu Harry Potter, além de fazer parte do imaginário colectivo, também é usado como metáfora aceite no mundo literário e entendida a nível mundial. Hoje, num post sobre ficção científica para crianças, li o seguinte: Que livros do género são apropriados para crianças? Haverá algum tipo de Harry Potter na ficção científica?
Livros e personagens que transcendem a vida de quem os criou. Muito gostaria eu de saber qual é a fórmula...
"Temos que ser todos mais rigorosos na gestão do dinheiro público. Quem está no estado central e quem está no estado local está a gerir o dinheiro que os portugueses pagam com os seus impostos, e esse dinheiro tem de ser gerido com muito, muito, muito... rigor, com muita, muita, seriedade e com muita exigência. Um euro gasto de dinheiro público é um euro que vem dos, dos contribuintes, que é pago pelos portugueses."
Será que esta gente não percebe que temos de trabalhar quando é necessário e não serão quatro feriados que vão salvar Portugal?
A Comissão Europeia abriu um processo contra Portugal por infracção ao direito comunitário por não ter adoptado as novas normas de produção de galinhas poedeiras destinadas a melhorar o seu bem-estar.
Fico emocionado com este cuidado da Comissão Europeia enquanto o nosso país se afunda em recessão e desemprego.
A nova frente deste governo vai ser um novo modelo de gestão autárquica. Uma espécie de regionalização a reboque do acordo com a troika. Antes de falarmos se estamos de acordo com estas transformações, incluindo extinção de 1500 freguesias, convinha lembrar que este tipo de transformação deverá mais uma vez passar pela opinião do cidadão como aconteceu em 1998.
A partir de Abril e no âmbito do Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC) vão ser elaboradas as listas de funcionários públicos considerados "a mais", os quais vão ser colocados em regime de mobilidade especial a partir de Maio.
A medida estava prevista no âmbito da remodelação da administração pública e prevê a extinção de 146 entidades e a eliminação de cerca de 1.700 dirigentes. Vamos esperar que o balanço final confirme estes números.
Alberto João Jardim gosta de folclore, gosta de gritar que é o maior, ameaça com independências e afins. Aposto que mesmo depois de assinar vai continuar a bufar. Enfim... é o que temos e infelizmente aturamos.
Navegamos na blogosfera e ficamos com a certeza que nem só de politica vive o homem. Em muitos lugares respira-se o cheiro de bons livros.
Ontem passei o dia a ler, corrigir e analisar documentos escritos no que agora se designa "ao abrigo do novo acordo ortográfico". Levei o dobro do tempo do que seria normal e habitual. Não consigo ler. Não consigo pronunciar. Não consigo escrever. Nenhuma das alterações me faz sentido.
Manias de legislações desnecessárias com tantas outras tão precisas na gaveta!